quinta-feira, 18 de setembro de 2008

A VEZ DAS BAD GIRLS



Meninas famosas levam em público a vida de excessos
que antes era uma exclusividade dos rapazes

Aconteceu o que todo mundo previa: Britney Spears, a cantora que surtou, e Lindsay Lohan, a atriz que nunca foi muito normal, aprontaram novamente. E daí? Figuras do mundo artístico encrencadas com álcool e drogas não são novidade. Seja pelas características da profissão, pelo dinheiro farto, pela facilidade de acesso, seja por se acreditar acima do bem e do mal, cada geração de Hollywood – e, por tabela, dos famosos do mundo inteiro – sempre teve sua cota de notórios bad boys. O que o comportamento das Britneys e Lindsays aponta é a existência de um clube novo, o das bad girls – meninas novinhas, ricas, famosas e admiradas que bebem, sim, consomem drogas, sim, farreiam a noite toda, sim, saem dos clubes carregadas, sim, e, se alguém vir, azar. "Não é que tenha surgido de repente um contingente de estrelinhas drogadas, bêbadas e desequilibradas", comenta a escritora feminista Naomi Wolf, tentando explicar o fenômeno. "É que, por motivos complexos, a cultura está se apropriando do registro do comportamento descontrolado delas e colocando esse comportamento – e não seus namoros, suas compras, suas apresentações – no centro do drama." Contribui muito também, acrescenta, o fato de as próprias meninas famosas "exibirem e ressaltarem seu descontrole para aumentar o interesse da mídia".

Britney comprovou isso na tarde quente em que, passando pela praia, tirou a roupa, entrou no mar gelado de calcinha e sutiã e de lá saiu direto para as lentes de um batalhão de paparazzi, os mesmos de quem reclama, tendo chegado a agredir o carro de um deles com um guarda-chuva no dia em que raspou a cabeça... mas isso é outra história. O banho de mar aconteceu dois dias antes do confronto de Britney com a revista OK!, publicação que se desdobra para falar bem de artistas. No relato da constrangida OK!, uma combinadíssima entrevista desandou quando ela 1) chegou atrasada; 2) não falou coisa com coisa; 3) sujou e destruiu parte do guarda-roupa milionário reunido para as fotos; 4) foi repetidas vezes ao banheiro, de onde saía cada vez mais descontrolada; e 5) sem dar entrevista nem fazer fotos, foi embora vestindo 15.000 dólares em roupas, sapatos e jóias emprestadas. Na capa da OK!, a manchete: "Britney desmorona".

Aos 25 anos, Britney tem dois filhos, um ex-marido aproveitador, um guarda-roupa atroz e passagens por clínicas de reabilitação. Por algum tempo foi amicíssima de Paris Hilton, 26 anos, milionária por profissão, que recentemente passou 22 dias na cadeia por dirigir com a carteira apreendida (estava alcoolizada). Paris a deixou, assim como deixou, depois voltou, depois deixou novamente Nicole Richie, 25 anos, consumidora confessa de drogas pesadas, que acaba de saber que vai passar quatro dias na cadeia pelo mesmíssimo motivo da ex-melhor amiga. São, todas elas, mais velhas que Lindsay, 21 anos completados no dia 2 e currículo carregado: passou um ano de clube em clube, alteradíssima, em maio se internou para 45 dias de tratamento, saiu com um detector de álcool afivelado ao tornozelo – e prontamente voltou a beber. Na semana passada, perseguiu um carro de madrugada, foi pega pela polícia e ainda tinha cocaína no bolso da calça.

Não são, nem de longe, as únicas estrelinhas da pá virada. Hayden Panettiere, 17 anos, a cheerleader do seriado Heroes, já foi vista saindo de festas mais para lá do que para cá. Idem Mischa Barton, 21 anos, do extinto seriado The O.C. Na Inglaterra, a vida das cantoras mais comentadas da novíssima leva do rock britânico, Lilly Allen e Amy Winehouse, é, literalmente, um livro aberto. "Ando me embebedando demais porque fico nervosa, com medo de fazer shows ruins", escreveu Lilly, 22 anos, em seu blog durante recente turnê pelos Estados Unidos. "Não estou aqui para ser modelo de ninguém", avisa a magérrima Amy, 23, autora de uma espécie de hino anti-rehab, que já teve "todo tipo de distúrbio alimentar" e, nas próprias palavras, toma champanhe no café-da-manhã e almoça vodca, uísque e licor. Embora apareçam mais, bebam mais e farreiem mais, as celebridades são reflexo de excessos visíveis na vida da maioria das adolescentes. "Houve uma mudança de comportamento. As adolescentes passaram a se socializar como homens e a beber como eles também", constata o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, da Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas da Universidade Federal de São Paulo. "Elas podem passar dias, semanas sem beber. Mas, quando bebem, não param até cair. É um hábito que vão levar para a vida adulta e que vai se refletir nas estatísticas futuras."

terça-feira, 16 de setembro de 2008

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

NX ZERO EM CONFLITO COM O PÚBLICO




Nx Zero Xinga público, leva limão na cara e chuta repórter! A informação não foi confirmada.



Vazou um vídeo no Youtube da Banda Nx Zero onde o vocalista Di leva uma limãozada na cara e depois xinga geral, manda os cara ir toma no c*, dá um bicudo no braço do reporter e depois uma cuspida.



Onde isso aconteceu? Quem souber de mais alguma coisa e se realmente é fato, preste mais informações deixando seu comentário.

PITTY GRAVIDA DO BATERISTA DO NX ZERO

Fofoca musical: Pitty grávida do baterista do Nx Zero
Publicado sexta-feira, 04.04.2008 por Gustavo Faraon
Celebridades, Música
Fontes quentes garantem que a cantora Pitty está grávida, e o pai é Daniel Weksler, baterista da banda Nx Zero.
O fato já foi oficialmente confirmado pela assessora de imprensa da moça.
Já imaginaram que “legal” o casal de roqueiros e seu filho roqueirinho nas páginas de Caras, mostrando o quarto novo do bebê?


Entrevista com Zac efron(Troy) e vanessa Hudgens(grabiela) os astros de High School Musical.
Afinal, Zac Efron (Troy) e Vanessa Hudgens (Gabriella), os astros de "High School Musical", estão ou não namorando na vida real? E como é ter menos de 20 anos e já ser assediado por paparazzi, e fazer parte do elenco do maior sucesso teen dos últimos anos?
O Séries Etc. conversou com os astros do musical, que no último dia 17 teve a estréia de sua continuação na TV americana e chega por aqui em outubro, no Disney Channel. Dá uma olhada no que eles falaram:
VANESSA HUDGENSComo foi sua experiência no Brasil, durante a turnê mundial?Vanessa - Foi uma loucura. Eu não sabia o que esperar e nada poderia ter me preparado para o que aconteceu. Foi incrível, nos apresentamos para 65 mil pessoas. E os garotos, que falam português, estavam cantando nossas músicas em inglês, foi maravilhoso. Quando estávamos no palco, eu e o Lucas (Lucas Grabeel, o Ryan), pegamos uma máquina para tirar fotos com a galera. Foi surreal, nunca tinha acontecido, foi uma experiência inesquecível.
Vanessa - Como você lida com os rumores de que você e Zac estariam namorando?Eu sou uma pessoa reservada, sempre fui, então tentamos não falar sobre isso. Temos uma relação profissional e é esquisito quando você vê fotos de paparazzi e tudo mais. Mas não há nada a fazer. No fim das contas, as pessoas se interessam porque amam nosso trabalho, então levo isso como um elogio.
Vanessa - Quanto da Gabriella existe na Vanessa e vice-versa?No primeiro filme, Gabriella é muito tímida, meio fechada, não tem muitos amigos. E eu, Vanessa, sou muito extrovertida e adoro ficar com meus amigos. No segundo filme Gabriella começa a ficar mais segura de si, começa a curtir a vida, é o primeiro verão que ela passa com seu namorado, Troy. Ela passa a viver o agora, passa a lutar pelo que ela quer, eu sou assim também.
E "High School Musical 3", vocês já assinaram contrato para o terceiro filme?Vanessa - Ainda não. Eu sei que estão escrevendo o roteiro, mas eu ainda não li e não sei exatamente como é a história. Acho que deve ser boa, e se todo mundo participar com certeza eu também farei parte do filme.
ZAC EFRONPor que você não foi para o Brasil com o resto do elenco?Zac - Eu queria muito ter ido, todo mundo adorou a experiência, mas houve um conflito de agenda por causa de um filme. Mas eu adoraria. [rumores dizem que Zac não participou da turnê porque no filme ele não cantaria de verdade, seria dublado. Confira aqui]
Você teve que aprender alguma coisa nova para filmar "High School Musical 2"?Zac -Depois de ter feito o filme "Hairspray" eu estava pronto para "HSM2". Aprendemos as danças mais rápido, foi mais fácil para mim. Mas, no primeiro dia, quando eu vi as coreografias, eu pensei: "Nunca vou conseguir fazer isso". Era fisicamente impossível. Estava meio desesperado e, claro, em dois dias Kenny Ortega [o coreógrafo] nos fez dançar como profissionais. A dança era muito difícil, mais que no primeiro filme, mas todo mundo entrou de cabeça.
Qual a diferença entre os dois filmes?Zac -Temos um monte de novas músicas ótimas e essa foi a parte mais empolgante de fazer os filmes. Eu acho que esse segundo filme é mais adolescente. Da primeira vez conhecemos os personagens e agora os vemos crescer. É um grupo muito bacana que está no East High Wildcats e o filme mostra como eles vão deixar sua marca na escola. Vamos conhecer todo mundo mais profundamente.
Como tem sido fazer parte do fenômeno que "High School Musical" se tornou desde que foi lançado?Zac -É uma aventura, sempre será uma aventura, é algo para o qual eu nunca poderia estar preparado. Fico feliz que tenha acontecido depois de eu ter saído da escola. É muita coisa acontecendo e a gente tem se divertido. Abriu muitas portas, eu adoro ter que viajar e promover os filmes e trabalhar neles.
Tem havido muitos rumores falando que você e Vanessa Hudgens estaria namorando. Afinal, vocês estão ou não?Zac -Eu não quero falar sobre relacionamentos na imprensa, só tenho 19 anos. Não sei por que tem tanta gente interessada, mas ela é uma grande garota e uma amiga incrível.
Ok. Então vamos falar profissionalmente: o que faz essa química na tela ser tão fácil?Zac -Sabe, é engraçado, porque eu e a Vanessa sempre fomos colocados juntos desde os primeiros testes para o filme, acho que somos os únicos que ficamos juntos durante todo o processo. Gostaria de poder explicar a química no filme, mas o que eu posso dizer é que ela é muito fácil de contracenar, ela é um doce, tem um ótimo senso de humor e obviamente é linda. Quando você combina isso com uma voz incrível, você tem uma estrela. É excelente trabalhar com ela.

OSCAR,ESTRELASEFOFOCAS DOS ASTROS

A festa de entrega do Oscar no próximo dia 25 de março deve motivar que "The Winner is... Os Bastidores do Oscar", de Emmanuel Levy (tradução de Magda França Lopes, Trajetória Cultural, 400 páginas), lançado há um ano, volte a freqüentar a lista dos mais vendidos nas livrarias Ypê Amarelo e do Chaim, que possuem esta obra referencial, crítica e analítica da maior festa do cinema.
Já para quem deseja entender o Star System, um dos lançamentos oportunos feitos no ano passado foi "As Estrelas - Mito e Sedução no Cinema", no qual o documentarista (um dos criadores do "cinema-verdade") e sociólogo francês Edgar Morin fez uma análise sociológica do mito da estrela cinematográfica em texto clássico, escrito em 1957 e que continua atualíssimo (José Olympio Editora, 23 páginas, tradução de Luciano Trigo).
Hollywood e seu fascínio foram revistos em dois livros que apareceram no ano passado: "Hollywood, a Meca do Cinema", de Blaise Cendrars (1887-1961), no qual há testemunho do escritor francês (Brasiliense, 156 páginas, tradução de Fátima Murad) e o best-seller "Hollywood", de Gore Vidal, que lançado pela Rocco, em dezembro, teve sua primeira edição esgotada em duas semanas e que agora deve voltar as livrarias.
Para o grande público, que gosta de biografias de estrelas e astros, de preferência com muitas fofocas e revelações de alcovas, saíram em 1990 os livros "Faltou Dizer - A Vida de Ingrid Bergman", de Laurence Leamer (Editora Nórdica, 240 páginas), "Há Males que Vem para Bem", do ator inglês Alec Guinnes (Livraria Francisco Alves Editora, tradução de Teresinha Santos, 267 páginas), "A Divina Garbo", de Frederic Sands e Sven Stroman - a única biografia autorizada da famosa atriz sueca, falecida em 15/04/1990 (Editora Nórdica, 200 páginas) e uma biografia não autorizada, "Brando", sobre o mitológico ator, de Charles Higham (tradução de Aulyde Soares Rodrigues, 328 páginas, Civilização Brasília).